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Adeus, Lenin! (Good Bye Lenin!) 2003 DVDRip

 
Adeus, Lenin! (Good Bye Lenin!) 2003 DVDRip 

Em 1989, pouco antes da queda do muro de Berlim, a Sra. Kerner (Katrin Sab) passa mal, entra em coma e fica desacordada durante os dias que marcaram o triunfo do regime capitalista. Quando ela desperta, em meados de 1990, sua cidade, Berlim Oriental, está sensivelmente modificada. Seu filho Alexander (Daniel Brühl), temendo que a excitação causada pelas drásticas mudanças possa lhe prejudicar a saúde, decide esconder-lhe os acontecimentos. Enquanto a Sra. Kerner permanece acamada, Alex não tem muitos problemas, mas quando ela deseja assistir à televisão ele precisa contar com a ajuda de um amigo diretor de vídeos. Adeus Lenim é um filme que ao mesmo tempo que possui seu lado cômico evidencia seu lado dramático, e além de ser um aula de história e geografia bem divertida, mostra uma linda história de amor entre mãe e filho.
Ficha Técnica

Título Original: Good Bye Lenin!
País de Origem: Alemanha
Gênero: Drama / Comédia Dramática
Tempo de Duração: 121 minutos
Ano de Lançamento: 2003
Direção: Wolfgang Becker

Qualidade: DVDRip
Tamanho: 698 Mb
Qtde de mídias: 1


 

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O Declínio Do Império Americano (Le Déclin de l'Empire Américain) 1986 DVDRip

O Declínio Do Império Americano (Le Déclin de l'Empire Américain) 1986 DVDRip






Os professores de História Rémy Rémy Girard), Pierre (Pierre Curzi), Claude (Yves Jacques) e Alain (Daniel Brière) preparam um saboroso jantar no campo, às margens do lago candense Memphremagog. Na cidade, as amigas Dominique (Dominique Michel), Louise (Dorothée Berryman), Diane (Louise Portal) e Danielle (Geneviève Rioux) fazem exercícios de musculação. Sob o suave outono, os intelectuais vislumbram o declínio quase invisível de um grande império. Desprezo pelas instituições, decadência da elite e queda da natalidade são sinais crepusculares. Tanto no clube do Bolinha quanto no da Luluzinha, só se fala de sexo. Os homens falam das mulheres e as mulheres falam dos homens.
Ficha Técnica

Título Original: Le Déclin de l'Empire Américain
País de Origem: Canadá
Gênero: Comédia Dramática
Tempo de Duração: 101 minutos
Ano de Lançamento: 1986
Direçãoe Roteiro: Denys Arcand

Qualidade: DVDRip
Tamanho: 700 Mb
Qtde de mídias: 1

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Trailer (Clique Aqui)

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 A MANIPULAÇÃO DA PALAVRA - PHILIPPE BRETON


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As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares) 2003 DVDRip

As Invasões Bárbaras (Les Invasions Barbares) 2003






Considerado um dos melhores filmes de 2003, As Invasões Bárbaras é um filme raro: emocionante sem ser piegas e ao mesmo tempo moderno. O diretor canadense Denys Arcand promove o reencontro dos amigos de O Declínio do Império Americano dezoito anos depois. Eles estão juntos novamente para se despedir do divorciado Rémy, abatido por um câncer raro. A reunião é promovida por seu filho yuppie. Sensível, envolvente, com um humor afinadíssimo e muito inteligente, As Invasões Bárbaras ganhou, além do Oscar 2004 de Melhor Filme em Língua Estrangeira, dois prêmios no Festival de Cannes 2003: Melhor Roteiro e Melhor Atriz (Marie-Josée Croze), e ainda foi indicado ao Globo de Ouro 2004 de Melhor Filme Estrangeiro e ao Oscar de Melhor Roteiro (Denys Arcand).
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Ficha Técnica

Título Original: Les Invasions Barbares
País de Origem: Canadá
Gênero: Comédia Dramática
Tempo de Duração: 99 minutos
Ano de Lançamento: 2003
Direção e Roteiro: Denys Arcand

Qualidade: DVDRip
Tamanho: 700 Mb
Qtde de mídias: 1

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Trailer (Clique Aqui)

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Tirinha o muro de Marcos Roberto

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Baixe livros clássicos

Dois clássicos da teoria teatral: de Constantin STANISLAVSKI, "A Construção de um papel" e "A Preparação do ator". Tratam-se de obras cujo nível de reflexão sobre o fazer teatral é tão denso que se aproxima da filosofia e da psicanálise... Como disse, clássicos.
Obra de Joseph Campbell, um dos maiores mitólogos, "O Vôo do Pássaro Selvagem: ensaio sobre a universalidade dos Mitos".
Ainda sobre mitos, "A Mitologia Grega", de Pierre Grimal. Obra esgotada.
"O Mundo de Ulisses", de Finley Moses: obra sobre a cultura grega da época de Homero, em edição portuguesa.
"O Processo de Sócrates", de Claude Mossé. Obra sobre o contexto político, religioso e cultural da época do processo e sobre o proceso mesmo.... do Patrono da filosofia.
E, para finalizar o post, a versão completa de uma obra postada aqui faz algum tempo, só que incompleta: trata-se de "Meditações sobre a Filosofia Primeira", de Descartes, em versão bílingue Português-Latim e acompanhada de estudo sobre a obra.

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DEUS DE SPINOZA




DEUS DE SPINOZA

Albert Einstein, quando perguntado se acreditava em Deus, respondeu:

“Acredito no Deus de Spinoza, que se revela por si mesmo na harmonia
de tudo o que existe, e não no Deus que se interessa pela sorte e
pelas ações dos homens”.



DEUS SEGUNDO SPINOZA

“Pára de ficar rezando e batendo o peito !

O que eu quero que faças é que saias pelo mundo e desfrutes de tua vida.
Eu quero que gozes, cantes, te divirtas e que desfrutes de tudo o que
Eu fiz para ti.

Pára de ir a esses templos lúgubres, obscuros e frios que tu mesmo
construíste e que acreditas ser a minha casa.
Minha casa está nas montanhas, nos bosques, nos rios, nos lagos, nas praias.

Aí é onde Eu vivo e aí expresso meu amor por ti.

Pára de me culpar da tua vida miserável.

Eu nunca te disse que há algo mau em ti ou que eras um pecador, ou que
tua sexualidade fosse algo mau.
O sexo é um presente que Eu te dei e com o qual podes expressar teu
amor, teu êxtase, tua alegria.

Assim, não me culpes por tudo o que te fizeram crer.

Pára de ficar lendo supostas escrituras sagradas que nada têm a ver comigo.

Se não podes me ler num amanhecer, numa paisagem, no olhar de teus
amigos, nos olhos de teu filhinho... Não me encontrarás em nenhum
livro!
Confia em mim e deixa de me pedir.

Tu vais me dizer como fazer meu trabalho?

Pára de ter tanto medo de mim.

Eu não te julgo, nem te critico, nem me irrito, nem te incomodo, nem te castigo.

Eu sou puro amor.

Pára de me pedir perdão.

Não há nada a perdoar.

Se Eu te fiz... Eu te enchi de paixões, de limitações, de prazeres, de
sentimentos, de necessidades, de incoerências, de livre-arbítrio.

Como posso te culpar se respondes a algo que eu pus em ti?
Como posso te castigar por seres como és, se Eu sou quem te fez?

Crês que eu poderia criar um lugar para queimar a todos meus filhos
que não se comportem bem, pelo resto da eternidade? Que tipo de Deus
pode fazer isso?

Esquece qualquer tipo de mandamento, qualquer tipo de lei; essas são
artimanhas para te manipular, para te controlar,
que só geram culpa em ti.

Respeita teu próximo e não faças o que não queiras para ti.

A única coisa que te peço é que prestes atenção a tua vida, que teu
estado de alerta seja teu guia.

Esta vida não é uma prova, nem um degrau, nem um passo no caminho, nem
um ensaio, nem um prelúdio para o paraíso.
Esta vida é o único que há aqui e agora, e o único que precisas.

Eu te fiz absolutamente livre.

Não há prêmios nem castigos.

Não há pecados nem virtudes.

Ninguém leva um placar.
Ninguém leva um registro.
Tu és absolutamente livre para fazer da tua vida um céu ou um inferno.
Não te poderia dizer se há algo depois desta vida, mas posso te dar um
conselho. Vive como se não o houvesse.
Como se esta fosse tua única oportunidade de aproveitar, de amar, de existir.

Assim, se não há nada, terás aproveitado da oportunidade que te dei.
E se houver, tem certeza que Eu não vou te perguntar se foste comportado ou não.

Eu vou te perguntar se tu gostaste, se te divertiste...

Do que mais gostaste?

O que aprendeste?

Pára de crer em mim - crer é supor, adivinhar, imaginar.

Eu não quero que acredites em mim.

Quero que me sintas em ti.
Quero que me sintas em ti quando beijas tua amada, quando agasalhas
tua filhinha, quando acaricias
teu cachorro, quando tomas banho no mar.

Pára de louvar-me!

Que tipo de Deus ególatra tu acreditas que Eu seja?

Me aborrece que me louvem.

Me cansa que agradeçam.
Tu te sentes grato? Demonstra-o cuidando de ti, de tua saúde, de tuas
relações, do mundo.
Te sentes olhado, surpreendido?... Expressa tua alegria!

Esse é o jeito de me louvar.

Pára de complicar as coisas e de repetir como papagaio o que te
ensinaram sobre mim.

A única certeza é que tu estás aqui, que estás vivo, e que este mundo
está cheio de maravilhas.

Para que precisas de mais milagres?
Para que tantas explicações?
Não me procures fora!

Não me acharás.

Procura-me dentro... aí é que estou, batendo em ti.”

Baruch Spinoza.



Baruch Espinoza - nascido em 1632 em
Amsterdã, falecido em Haia em 21 de fevereiro de 1677, foi um dos
grandes racionalistas do século XVII dentro da chamada Filosofia
Moderna, juntamente com René Descartes e Gottfried Leibniz. Era de
família judaica  e é considerado o fundador do criticismo
bíblico moderno.

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Schopenhauer contra o panteísmo de Spinoza



Contra o panteísmo, sustento principalmente que ele não diz nada. Chamar Deus ao Mundo não significa explicá-lo, mas apenas enriquecer a língua com um sinônimo supérfluo da palavra Mundo. Se dizeis “o Mundo é Deus”, ou “o Mundo é o Mundo”, dá no mesmo. Quando partimos de Deus como se ele fosse o dado e o a-ser-explicado, e dizemos portanto: “Deus é o Mundo”; então numa certa medida exista uma explicação, ao se reconduzir ignotum a notius: mas trata-se somente de uma explicação de vocabulário. Porém, quando se parte do efetivamente dado, portanto o mundo, e se afirma “o Mundo é Deus”, então se torna claro que com isto não se diz nada, ou ao menos que se explica ignotum per ignotius [O desconhecido pelo mais desconhecido].
— Arthur Schopenhauer

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